O presidente Luiz Maronezi (foto) acrescenta que os micro e pequenos empresários também vão ter acesso à linha de crédito de recebíveis e poderão descontar cheques e duplicadas na Agência de Fomento.
Ele diz que será reforçada a divulgação dos financiamentos destinados a micro e pequenas empresas. Promete ainda reativar o processo de descentralização do atendimento da agência, por meio de convênios com entidades de classe e cooperativas de crédito.
A GoiásFomento também vai realizar o trabalho de levantamento e atração de investimentos para o Estado.
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Como estão os trabalhos de implementação das novas linhas de crédito pela GoiásFomento? Quais os segmentos que serão beneficiados? O governador anunciou em solenidade no Palácio das Esmeraldas uma linha de crédito que vamos ultimar, voltada para o atendimento a pequenos produtores rurais, principalmente para a cadeia do leite. O produtor rural vai poder contar com a Agência de Fomento na aquisição de tanques, expansão de ordenha e de instalações, e maquinário de modo geral. Isso vai dar um impulso muito grande no agronegócio. Outra linha, voltada para pequenos e microempresários, é a de recebíveis, para o desconto dos cheques, das duplicatas que eles recebem e normalmente não têm condições de manter isso no caixa pelo prazo que dão. Eles vão ter na Agência de Fomento um grande parceiro. Esse desconto será feito a juros bem acessíveis para que possamos melhorar o poder de compra desses empresários. Em linhas gerais, de imediato, essas são as novas linhas de crédito e as novas atuações que vamos trabalhar. Quando essas novas linhas de crédito começam a ser operadas? Agora sempre há alguns entraves burocráticos, não podemos negar que existam. Mas vamos procurar resolver o mais rápido possível. O interesse da largada é do governo e da Agência de Fomento. Creio que mais uns 30 a 40 dias, estourando, nós estaremos com essas linhas de crédito no mercado. O senhor pretende também ampliar a divulgação das linhas de crédito que já são operadas pela GoiásFomento. Como vai ser esse trabalho? Hoje a concorrência no setor financeiro, por incrível que pareça, é muito grande nas linhas de crédito para micro e pequenas empresas. As instituições financeiras estão voltando sua atenção para esse segmento econômico. A Agência de Fomento, mais do que nunca, tem que ser eficiente. É preciso que a instituição saia para dizer: estou aqui, tenho a linha de crédito, tenho condições de concorrer, estou competindo. Vamos ter que ir até o tomador. Temos de ir de encontro àquelas empresas que precisam do crédito. Essa é a nossa função e vamos fazê-la. O senhor também pretende promover a descentralização da concessão de crédito. Como vai ser feito isso? Mudaram os presidentes dessas entidades, cada mandato muda os dirigentes. Então temos de reativar isso aí. Assim fazendo, vamos também estender essa interlocução com as cooperativas de crédito das diversas entidades que hoje têm interesse em trabalhar conosco. Dentro do agronegócio, as cooperativas já se prontificaram a ser nossos interlocutores junto a essa gama de tomadores. Temos de buscar a maior atração de tomadores de valores. Aplicando bem e distribuindo bem, estamos atingindo nosso objetivo, que é a geração de emprego e renda, e tentando nivelar a desigualdade de condições da capital e do interior. Foi anunciada na sua posse que a GoiásFomento teria uma nova função, a de atrair investimentos para Goiás. Como isso vai ser feito? Só vamos fazer o levantamento, onde estão e quais são as empresas que querem investir. Para isso, está sendo montado um grupo de trabalho. Quando levantarmos essas oportunidades vamos repassar ao secretário de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, que é o presidente do grupo. Ele determinará o órgão que vai buscar essa empresa, mostrar para ela o nosso potencial para que ela invista em Goiás. É um trabalho importante, fiquei orgulhoso disso ter sido passado para a Agência de Fomento. |
Fonte: AGECOM





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